sábado, 10 de junho de 2017

PÃEZINHOS DE LEITE



O título, até que lhe pode sugerir uma receita bem saborosa, mas infelizmente o apuro final é bem amargo.

 

Dizem que para nos realizarmos em toda a plenitude, devemos cumprir estes três objetivos:

Ter um filho, Plantar uma árvore e escrever um livro.

Comum aos referidos objetivos, é vital: Responsabilidade, criatividade, entrega e amor.

Infelizmente é nestes quatro itens que reside o fracasso educacional dos novos tempos.

Novos tempos que são feitos por todos nós e que não nos podemos desculpabilizar com esta frase feita.

Fico estarrecido com o acompanhamento que os progenitores dão aos seus rebentos.

Sentido de responsabilidade zero!

Incutiram-lhes o direito pelos seus direitos, ignorando a obrigação dos seus deveres.

Entrega as suas obrigações, pelas quais devem ser responsabilizados volta a ser zero!

A criatividade, bem essa, fica-se pela delapidação do património coletivo, mas que é coll vandalizar.

Por fim o amor, espelham um tipo de amor egocêntrico, mostrando absoluta indiferença a todo o resto, a menos que colham dividendos em proveito próprio.

 

Os Papás desta fornada, são maus ao quadrado!

Sei que não há padrões educacionais estanques cada caso é um caso, mas de uma coisa tenho a certeza, boas maneiras e responsabilidade são imprescindíveis e vitais à sólida construção do individuo.

É premente que os progenitores entendam que é importante a terapia ocupacional, mas mais importante é a construção intelectual de valores que devem estar fortemente enraizados.

Hoje assistimos a um fenómeno doentio e distorcido da realidade.

Os Pais sobrecarregam os filhos em todos tipos de atividades e mais algumas durante a semana e até fins-de-semana, numa corrida contra o tempo, achando que dessa forma os preparam melhor para os desafios do futuro, almejando o sucesso na competitividade profissional.

Precipitam as crianças e adolescentes, em adultos de forma precoce.

As atividades extra são importantes, mas não devem ser encaradas como obrigações.

Os Pais devem saber que se as crianças não forem sadias, jamais serão adultos capazes de competir por coisa nenhuma, podem-se tornar em adultos frustrados e inseguros.

Há que saber dosear e pautar os tempos libres das crianças, evitando distúrbios psicológicos e estresse colmatando a grave lacuna do equilíbrio dos tempos libres que deviam ser de convívio e troca de conhecimentos familiares. Mas que infelizmente ninguém sabe de ninguém!

Mais que ter desenvoltura física e muscular, torna-se vital a desenvoltura intelectual e psicológica.

Até mesmo nas pausas para as refeições, não estão todos há mesa nem se desliga a televisão e telemóveis, abstraindo-se do supérfluo, em prol do convívio familiar e uma boa conversa, de retrospetiva do dia.

Deambula-se pela banalidade e futilidade, flanqueando e mascarando a realidade.

Os Pais não educam os filhos, adotaram outra postura, que foi comprá-los, proporcionando-lhes uma vida faustosa, de mentira e engano.

Eles até que não se importam com esse tipo de atitude, já que lhes implantaram a paixão cega pelo materialismo por excelência, dessa forma veem juntar o útil ao agradável.

Os Papás, tardam em constatarem que o modelo de educação que tem vindo a ser adotado nos últimos vinte e cinco anos é um modelo falido de valores, que devem nortear o ser humano.

Programas escolares facilitados, tornando-se ridículos e medíocres.

Grau de exigência zero, até porque os números estatísticos é que são importantes.

É o verdadeiro embuste do ensino, transitam de ano praticamente todos!

Meios tecnológicos a distancia de um clique, tardando o mais importante, o clique da inteligência, valores, cultura e conhecimento.

Têem tudo e não tem nada.

Olhando a nossa volta, contam-se pelos dedos os adolescentes e jovens com postura vertical, de carácter e personalidade sólida.

Podemos concluir que todo o modelo educacional bem como o investimento feito pelos progenitores nos seus filhos, não tem qualquer retorno, logo foram e são milhares de euros lançados ao lixo.

Se estes jovens são apelidados por precoces na utilização das novas tecnologias, logo também devem estarem aptos para o desempenho das mais elementares tarefas domésticas, bem como serem responsabilizados pelos seus atos e conduta no seu dia-a-dia, não podem haver dois pesos e duas medidas.

O facilitismo a par da desresponsabilização pariu uma geração materialista, influenciável e egocentrista a coberto pelo culto do belo.

Se os alicerces basilares são podres como se pode exigir alguma coisa de alguém que nunca foi educado a ser responsabilizado pelos seus atos!

Depois os Papás choram baba e ranho, afogam-se em antidepressivos, perante o quadro que pintaram e alimentaram.

Temos pena!

É o reinado do culto da artificialidade absoluta, de uma geração do faz de conta, porque é vital manter o status quo.

Bom, dizem que os filhos são o espelho dos Pais, ora bem, se assim é, então realmente constato que muitos Papás ficam muito mal na fotografia.

Exibem os filhos perante os amigos e colegas erguendo-os como um trofeu de exaltação do belo e da perfeição.

Mais tarde, quando essa pseudo-educação cai por terra e os meninos e as meninas começam a fazerem merda, então o que antes era bandeira, agora tenta-se esconder ao máximo, para que os outros não saibam que saltaram fora do trilho.

Mas que raios de sociedade fingida e hipócrita assente em areias movediças.

Envergonhem-se e não se lamentem de tão negros fúteis e banais ventos que semeastes.

Estes pãezinhos de leite são mesmo de muito má qualidade, porque os seus educadores são de casta resplandecente, mas oca.

Assim se construiu e constrói, um modelo de sociedade que alienou o melhor que o individuo deve ter:

Valores e educação

 

DIOGO_MAR

sábado, 27 de maio de 2017

CALEM O MEGAFONE


 
Os sindicatos mais uma vez elevam-se ao pedestal de guardiões dos trabalhadores.

Reivindicam e argumentam, tudo em nome dos trabalhadores.

Querem e voltam a querer, mais e ainda mais, sempre mais!

Pertencem a uma extirpe insaciável e demagoga que fundamenta o seu repetitivo e monocórdico discurso sempre com a mesma entoação de voz, profetizando a desgraça.

O diálogo com os governos é sempre feito na base da ameaça da greve, é um direito que lhes assiste, mas que de preferência, seja feita a sexta ou segunda-feira, o que se torna oportunista, vergonhoso e ridículo.

Só sabem apregoar os direitos dos trabalhadores!

E os deveres que os mesmos também devem ter?

O respeito pelo trabalho e por quem lhes paga ao fim do mês?

Raios de retórica e ideologia ferida de imparcialidade e de querencia.

Basta os indicadores económicos estarem a dar sinais de alguma melhoria, para que estes senhores, não hesitem em vir para a praça pública revindicar, que é necessário pagar mais e melhorar consideravelmente os direitos dos trabalhadores.

Este tipo de discurso já me enoja!

Deviam também dizer que alguns trabalhadores deviam pagar para trabalharem, tal é a falta de profissionalismo, desleixe e incúria.

Cristalizaram no tempo, à sombra da antiguidade que era um posto.

São um peso morto na empresa.

Depois justificam tudo isto, alegando desmotivação dos trabalhadores, mas a sua tese cai por terra já que antes da adoção de algumas medidas penalizadoras o filme era mais do mesmo.

Ou seja:

Trabalhar muito ou pouco, bem ou mal, não é relevante o importante é ganhar mais e mais e sempre mais.

E ter mais direitos claro está!

Tenham vergonha e coloquem de lado a fome de protagonismo saloio e mentalidade retrógrada.

Os grandes desafios e exigências da nova matriz empresarial, em todas as áreas, irá pôr à prova os que realmente são melhores, os que se transcendem e sacrificam, tudo em prol da sua carreira e do seu profissionalismo ao mais alto nível.

Os que não entrarem neste comboio, ir-se-ão quedar irremediavelmente pela mediocridade.

É justo que assim seja!

Quanto aos sindicatos, assumam um papel de reivindicação construtiva e ajustada à realidade do País.

Não usem os trabalhadores como marionetas de jogos políticos.

O que de facto é necessário reivindicar, é uma profunda mudança de mentalidade, isso sim!

 

DIOGO_MAR

quinta-feira, 25 de maio de 2017

CAPÍTULO


 
Ardem em lume brando, palavras órfãs de alento

Varridas por ventos agrestes que ceifam meu tormento.

 

Paragens longínquas estéreis de esperança

Gemido do restolho ecoa a melodia desafinada da descrença.

 

Dias alinhavados na morrente da história

Monção vadia e demolidora fragmenta a memória.

 

Sem norte nem identidade

Passageiros do tempo, que coabitam na travessia da minha idade.

 

Erupção de raiva espelha o meu sofrimento

Jovialidade servida numa bandeja de passado, onde já só mora o desdém do tempo.

 

Definham vontades fugidias no gume da indiferença

Dilacerado arrasto-me na torrente da minha existência.

 

Assaltado por uma ira inusitada

Resigno-me a uma mão cheia de nada!

 

DIOGO_MAR

sexta-feira, 19 de maio de 2017

CHEGOU O SALVADOR!


 
AMAR PELOS DOIS

 

Eis o Salvador Sobral!

Foram precisos largos anos de espera para que finalmente a humildade mais a simplicidade conjugada com uma belíssima letra da sua Irmã Luísa Sobral, incorporada por uma fantástica voz, para que esta travessia no deserto chegasse ao fim.

 

Não foi necessário penteado ridículo!

Não foi preciso atoar semivestido, ou seminu, para ser votado pelas linhas corporais!

Não foi necessária uma letra de conteúdo vazio e execrável!

Não foi preciso um ritmo repetitivo e plástico, música descartável!

Não foi necessário vergar-se aos interesses instalados das editoras!

Por tudo isto, vai todo o meu apreço e agradecimento:

 

Muito obrigado Salvador e Luísa Sobral!

Vocês são enormes e projetaram o nome de Portugal pela primeira vez à galeria dos vencedores do Festival da eurovisão!

 

DIOGO_MAR

quarta-feira, 17 de maio de 2017

UMA QUESTÃO DE ATITUDE



A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi sim uma geração com capacidade para se desenrascar.


Numa terriola do Douro as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.


Veio para o Porto, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o João, o irmão mais novo.


Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida cidade do Porto, lançaram-se à vida e aos grandes desafios que tinham pela frente, longe dos seus Pais e restante família.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.

Foram trabalhar.

Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.


Foram ferreiros, taberneiros, carvoeiros.
moldaram o ferro, fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcão.


Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.


Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.

Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.

Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.


Nós, eu e os meus primos, sempre tivemos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, me norteia e me conduz.


Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.

Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.


Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.

Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.


Preciso do meu elevado e exigente grau de profissionalismo.

Preciso de mim.
Só de mim. E por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.


Porque sempre me desenrasquei.

O mal desta autointitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam:

Habituados, mal-habituados, a terem tudo de mão beijada.

Habituados, mal-habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.

Habituados, mal-habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.

Sentem-se desiludidos!
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas, tratam-nos como se fossem flores de estufa.


Mas não é!

É altura de aprenderem a serem humildes.

É altura de fazerem opções.

Podem ser "encanudados" de qualquer curso, mas não encontram emprego "digno".

Podem ser "encanudados" de qualquer curso, mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.

Experimentem dar tempo ao tempo, e, entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.

Mexam-se, façam-se à vida!

Trabalhem!

Sacrifiquem-se!

Ganhem dinheiro.
Na loja do Shopping.
Porque não? aaahhh porque é doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não, temos pena. Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".


O tal que dá status.

O meu pai e tios fizeram bolas de carvão, venderam copos de vinho e trabalharam o ferro.

Eu, que sou Jornalista, locutor, em alturas de aperto, fui vendedor, dei explicações, fui DJ etc.
E garanto-vos que sou hoje muito melhor e mais reconhecido socialmente do que se sempre tivesse tido a papinha toda feita.
Geração à rasca?

Vão trabalhar que isso passa.

Cresçam, façam-se a vida, tenham objetivos.

Deixem de ser plásticos e artificiais.

Abdiquem dessa fome voraz pelo materialismo.

Tenham valores, personalidade e carater.

Sabem o que isso é?

Pois, infelizmente não!

 

À rasca, mesmo à rasca, também já tenho estado.
Mas vou a casa de banho e passa-me!!!

 

DIOGO_MAR

domingo, 30 de abril de 2017

A TRADIÇÃO DAS MAIAS


 
É uma tradição primaveril cujas origens se perdem no tempo.

Historicamente, o ritual das Maias acontece na noite de 30 de abril para 1 de maio.

Manda a tradição que se enfeitem portas, janelas e outros locais com flores e giestas amarelas e com bonecas de palha enfeitadas.

Presente em várias regiões do País, a tradição revela aspetos diferentes em cada uma, mas um denominador comum: as Maias floridas.

 

RITOS ANCESTRAIS Na região de Trás-os-Montes e nas Beiras, as Maias surgem associadas às castanhas, como atesta o provérbio «Quem não come castanhas no 1º de Maio, monta o burro».

Segundo a tradição, maio é o mês dos burros e o ritual tem como objetivo esconjurar os maus espíritos.

(O Maio o Carrapato ou o Burro).

 

Em Trás-os-Montes este ritual, coexiste com o do Maio-Moço:

As raparigas novas, enfeitam um menino (O Maio-Moço), que levam a passear pela rua, em grande algazarra, com danças e cantorias em redor dele.

MAIA, QUEM ÉS TU?

Há várias explicações para a origem desta tradição.

Uma diz que a Maia seria uma boneca de palha de centeio à roda da qual era costume dançar durante toda a noite no primeiro de maio.

Outra possibilidade está ligada à origem do nome do mês de maio, surgido a partir de Maia, Mãe de Mercúrio.

 

Na região da Estremadura, a Maia é uma menina enfeitada com flores que percorre as ruas da povoação com as suas companheiras.

 

No Alentejo, em especial em Beja, as Maias são meninas vestidas de branco, com uma coroa de flores na cabeça, que se sentam numa cadeira à porta de casa, na esquina de uma rua ou na praça.

Enquanto isso, as amigas, pedem a quem passa um tostãozinho para a maia”.

 

No Algarve, é costume colocar à porta de casa os bonecos de palha de centeio vestidos de trapos e enfeitados.

Em Lagos a tradição regressa todos os anos, com a eleição da Maia mais bonita da cidade.

A iniciativa conta com a participação da população que expõe, por toda a localidade, bonecas de trapos, elaboradas artesanalmente, vestidas com trajes típicos e enfeitadas com flores, retratando em alguns casos quadros quotidianos.

Os trabalhos a concurso são expostos nas janelas, portas, varandas, pátios de habitações e ruas, na cidade e em várias povoações do concelho.

 

Em algumas terras alega-se, que esta tradição remonta ao tempo de Jesus, aquando da sua fuga para o Egito, devida à perseguição de Herodes, que ordenara a procura e morte do menino Jesus.

Segundo a lenda, tendo sido identificada a casa onde a sagrada família pernoitava, um denunciador teria colocado um ramo de giesta na porta daquela casa, para que os soldados de Herodes, depois de avisados, facilmente a identificassem e o levassem.

Por milagre, quando os soldados se dirigiram à cidade, depararam com todas as portas enfeitadas com ramos de giesta florida.

Assim, os soldados não puderam cumprir a ordem de matarem o menino.

 

Noutras terras, as maias recordam o caminho da sagrada família para o Egito: Maria, para se poder orientar no regresso, terá colocado giestas no seu caminho.

 

Não esqueça, ponha hoje as Maias!

 

DIOGO_MAR

terça-feira, 25 de abril de 2017

VINTE CINCO DE ABRIL


 
Olá, passei só para vos dizer, que eu orgulhosamente pertenço a geração do 25 de Abril de 1974, os que tiveram de fazer pela vida, os que souberam aceitar privações de vária ordem, mas ao mesmo tempo, os que nunca desistiram porque sempre tiveram objetivos na vida.

Foi de veras fudido?

Foi sim, mas foi há custa dessas adversidades que nos fizemos homens e mulheres resistentes e com capacidade de luta e sofrimento.

Os que pariram esta nova geração. Amorfa, inócua, sem rumo, anarca e sem princípios.

A geração que se limita ao culto do belo, sexo, álcool e veneram o materialismo, mas carater, personalidade, conhecimento, cultura é algo que lhes passa ao lado.

A geração que tem tudo, e ao mesmo tempo não tem nada!

Mas reclamam e voltam a reclamar. Querem, e voltam a querer!

A geração que acha que só deve ter direitos, ignorando os deveres.

A geração, dos NEMNEM...

Erramos em presenteá-los de maneira faminta, tentando colmatar o que não tivemos, erradamente optamos por um caminho pantanoso: o facilitismo.

Quisemos dar tudo o que não tivemos!

Erramos?

Sim erramos.

As dificuldades para vencer os obstáculos no trilho da vida, só nos engrandece e faz-nos mais maduros e determinados.

Só vos quero pedir um favor:

Saibam honrar os vossos Avós e vossos Pais.


Amem o 25 DE ABRIL, os seus ideais e valores.
 

 

DIOGO_MAR