quarta-feira, 1 de abril de 2015

BULLYING









Quero desde já chamar a atenção para o tipo de linguagem pouco ortodoxa que vou ter ao longo deste meu post.
Estamos expostos e porque não dizê-lo, a um tipo de sociedade aglutinadora de princípios, rótulos e tradições a caírem de podres.
Empunhamos a bandeira da tolerância e da igualdade, quando no fundo somos os primeiros a apontar o dedo acusatório.
Tanta hipocrisia!
Admiro a coragem e a frontalidade com que alguns exibem o seu direito a diferença, correndo graves riscos de bullying.
A descriminação e o preconceito são parentes desta postura execrável e inqualificável, características de um povo homofóbico, culturalmente atrasado, empedernido de fundamentos tradicionalistas jacobinos.
O bullying, não se circunscreve só a agressão física, vai muito mais além.
Coação psicológica, tortura, insulto, marginalização, humilhação, violência, no sentido lato da palavra e do seu significado.
Estas atitudes premeditadas e intencionais reiteradas, têm provocado muitas vítimas, algumas levando-as ao suicídio.

Mais uma vida ceifada, desta vez, foi um jovem militar de 23 anos, que se suicidou, por enforcamento, na base aérea de Beja, vítima de bullying.
Motivo: a sua homossexualidade, alvo de chacota constante, era frequentemente insultado e perseguido por outros militares, pelos seus maneirismos femininos.

Outro caso foi o Nelson Antunes, de 15 anos encontrado sem vida na sua casa, aluno de uma escola de Braga.
Ele já ventilava a hipótese de um dia desistir.

Já esqueceram a morte do Leandro de 12 anos da escola de Mirandela, que se lançou ao rio Tua?
E de muitos outros que não chegam a ser noticia, mas que sofrem em silêncio, às mãos desses covardes.
Estes dejetos transformados gente coabitam as nossas escolas, quarteis, empresas, bairros cidades e alarvemente passeiam-se defecando lavercas ridículas de tanta futilidade e banalidade pelas redes sociais.
Devem ter o circuito intestinal invertido, daí quando abrem a boca só dizem bacoradas.
São indivíduos, que carregam a herança da falta de educação que os Papás nunca lhes souberam ministrar.
Porque infelizmente, também eles não foram nem são educados.
Mas atenção:
Este fenómeno, é transversal e abrangente a todas as classes sociais.
Mas vamos lá ao cerne da questão:
Sim porque o mal corta-se pela raiz não é?
Então comecemos por esses putos que ainda borram as cuecas, que não são mais que lixo social, têm de ser banidos das nossas escolas, sob o perigo destes execráveis quadros continuarem a proliferar, como infelizmente temos constatado.
Não me venham com a ladainha da exclusão social, e coitadinhos são jovens à procura de lhes ser dada uma oportunidade.
Este tipo de discurso, que mascara a realidade, coloca os infratores, num pedestal protetor, transmitindo-nos a ideia, que as vítimas, é que são o foco do problema.
Se houve uma geração que teve todas as oportunidades foi a destes putos de merda.
Sempre tiveram tudo, menos o que de mais importante deviam ter tido:
Educação e valores, mas para esses Papás, foi mais fácil comprar os filhos, num hino ao materialismo exacerbado.
Chega.
Os (Manos) tal como se tratam, Orgulham-se das tristes e ridículas figuras que fazem, não têm pejo, em Delapidarem o património público, nem de mal tratar e agredirem os mais velhos.
São uma ameaça constante aos que têm a coragem de lhes dizer, eu não vou por aí.
Metam-nos em Instituições de correção, façam-nos trabalhar, para terem a devida noção do que é a vida, bem como respeitar o seu semelhante, já que os energúmenos dos Paizinhos deles, não lhes ensinaram.
Estes vermes da sociedade, autênticos CRIMINOSOS, já que em casa não tem quem os eduque, pois bem: Não sou eu, nem os meus filhos, que tem de levar com estes ANIMAIS, e muito menos pagar a fatura da desarticulação familiar, destes fedelhos.
Se for confrontado, com uma situação dessas, vos garanto que terão o troco adequado, aos atos praticados.
Mas de tal forma, que tenho a certeza absoluta, que não reincidirão com os meus.
Depois que venham as bestas dos Papás deles, feitos vítimas, escudados pelas organizações que defendem esta estirpe, para a praça publica lamentarem-se.
A psicologia a ter com estes delinquentes, de cabeça de merda e materialistas compulsivos, têm de ser tratamento de choque, já não suporto tanta demagogia saloia, vamos ser pragmáticos e objetivos.
Menos gabinete e mais trabalho de campo e celeridade e condenação dos prevaricadores.
Escondem-se por de traz da capa de criancinhas, ou adolescentes inimputáveis só para o que lhes dá jeito.
No entanto, sabem adotar uma dualidade de critérios, de acordo com o que lhes for mais favorável.
Pura matreirice.
Cresçam mentalmente, putos plásticos desprovidos de valores e sem objetivos na vida, a não ser: Álcool, sexo e drogas, que infelizmente, nunca estiveram tão disponíveis como agora.
E vai ser esta CORJA, os futuros Homens do amanhã?
É para estes seres fúteis banais e execráveis, que contribuo com os meus impostos?
Eu também tenho que manter insurretos e marginais, e subsidiar este lixo humano?
Chega basta, de psicologia bacoca, de comissões de estudo do bullying, para no fim, a montanha parir um rato.
Pobre País este onde a culpa morre sempre solteira, e a justiça protege os MARGINAIS E OS DELINQUENTES.

 
DIOGO_MAR


5 comentários:

  1. O mal é mesmo esse, passamos a vida a dizer que somos tolerantes, que aceitamos as diferenças, mas no exato momento em que estamos diante de alguma somos os primeiros a criticar.

    ResponderEliminar
  2. A solidariedade, humanidade, tolerância e mais umas dezenas de adjectivos, têm vindo a ser "esquecidas" pela educação.
    O Amor existe ( e não é só pela via sexual) para ser praticado com todos os Seres Humanos; não é uma "caridadezinha", é um dever do Indivíduo.
    Bom grito de alerta.

    Páscoa feliz


    Abraços


    SOL

    ResponderEliminar
  3. Ai amigo, se soubesse não viria a esta hora ao teu blogue. Não pude deixar que a emoção me traísse.. Ao nosso Leandro (sou de Mirandela, frequentava o 6.º ano da minha escola e acompanhei de muito perto os tristes acontecimentos) não conseguiram apurar culpados, apesar de várias investigações... (Escrevi alguns poemas, na época, de tristeza e raiva)
    Como vês, é uma problemática com que lidei de muito perto (como professora e professora tutora) e da qual conheço os contornos. Infelizmente, ela grassa a olhos vistos...
    Muito pertinente o teu texto ( e entendo bem a tua raiva); a verdade é que muitas crianças, jovens e adultos "gozam à brava" com os ditos "bombos da festa"...
    Bjo, Diogo

    ResponderEliminar
  4. Muitas vezes, o direito, e a opção pela diferença, conduzem-nos mesmo à exclusão, ou marginalização...
    E a humanidade, a tolerância, e a solidariedade, tão apregoadas, dão mesmo lugar à hipocrisia, ao preconceito, à crítica e condenação fácil...
    Um texto absolutamente pertinente, assente na triste realidade...
    Infelizmente, eu já nem acho que seja um defeito de uma geração... mas sim um defeito congénito da humanidade... ou pelo menos, de uma triste parte dela... a luta pela integração e aceitação perante os demais, nas mais variadas áreas... conduzem mesmo a um bullying... seja qual for a época em que se viva... apenas actualmente se arranjou uma palavra para descrever o fenómeno, cada vez mais refinado, por quem o pratica, nas novas gerações...
    Adorei o texto, Diogo!
    Aproveito para desejar os meus votos de uma feliz Páscoa, para si e todos os seus, com saúde, e agradecer a visita, e atenção lá na minha chafarica...
    Estarei ausente uns dias, mas breve estarei de volta... também por aqui...
    Beijos! Tudo de bom!
    Ana

    ResponderEliminar
  5. r: Muito, muito obrigada! Uma ótima Páscoa também para si.

    Beijinho*

    ResponderEliminar