sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ESCREVO


 
Escrevo o que escrevo, porque te escrevo.

Se não escrevesse, o que te escrevo, naturalmente não te escrevia.

Assim, difundo esta minha fome de te escrever, cinzelando as palavras, que dão corpo a esta vontade reativa de te escrever, esculpindo a minha escrita, na pedra bruta da vida.

Macieza ou rudeza, num MAR de palavras, onde a escrita é um verdadeiro enigma, mas ao mesmo tempo uma estranha e bela amante.

Eu sem a escrita não sou eu, nem tu jamais serias tu!

Vou continuar-te a escrever, porque é o sangue das minhas palavras a única forma que tenho de te comunicar e de ser EU!!!

 

DIOGO_MAR

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